• CONSAG

Entrevista com João Paulo Beltrão Duarte, diretor da CONSAG Consultoria

Nosso diretor da CONSAG CONSULTORIA, João Paulo Beltrão Duarte, concedeu essa entrevista ao site da CONSAG para explicar um pouco da atuação da empresa quando o assunto é Polo Industrial de Manaus e incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus. Há 22 anos instalada na cidade de Manaus e no mercado de consultoria contábil, a CONSAG é um dos poucos escritórios do Amazonas que tem a expertise de implantar e conhecer bastante a política de incentivos fiscais do Amazonas.


Boa leitura!


Implantar um projeto empresarial na Zona Franca de Manaus (ZFM), continua sendo um bom negócio?


JOÃO PAULO DUARTE: Sim, com certeza, a Zona Franca de Manaus (ZFM) é um polo industrial muito forte, as empresas estabelecidas, usufruem de uma política de incentivos fiscais muito atrativa, onde as empresas desenvolvem-se, crescem e geram mais de 80 mil empregos diretamente. Apesar da distância, possuímos uma estrutura de escoação (portos e aeroporto) da produção gerada no polo eficaz além de um processo alfandegário muito organizado e informatizado. Com toda certeza afirmo que vir para Zona Franca de Manaus ainda é um grande negócio.

 

Certo, e como que a CONSAG consegue mostrar de forma prática para uma empresa que esteja interessada em se instalar no Polo Industrial de Manaus (PIM) toda essa viabilidade, quais são os caminhos de tranquilidade para que a empresa possa se estabelecer de fato?


JOÃO PAULO DUARTE: Bom, a primeira coisa que nós na verdade fazemos é um trabalho de apresentação e conscientização, mostrar para o empresário que tem vontade de vir, o que é a ZFM de forma detalhada, toda a parte de incentivos em função da nossa distância com os grandes centros. A CONSAG faz um trabalho técnico muito forte, detalhando tudo ao cliente e temos um quadro de pessoal dotado de um capital intelectual muito preparado, fruto de 22 anos de mercado. Temos equipes treinadas, sistemas e uma condução altamente profissional.


Costumo viajar os grandes centros brasileiros mostrando o que é a Zona Franca, e normalmente quando eu viajo eu trago um empreendimento novo. Assim, nós da CONSAG juntamente com nossos parceiros que são os economistas, os despachantes, os advogados, montamos a estratégia para implantar de fato essa empresa aqui. Temos a expertise, mas nós precisamos realmente da ajuda desses parceiros que são as pessoas habilitadas a apresentarem os projetos junto à Secretaria de Desenvolvimento do Estado do Amazonas, e junto à SUFRAMA.


 

Nesses 22 anos de CONSAG como você avalia a contribuição que deram para o desenvolvimento do Amazonas e o capital intelectual da CONSAG que dá suporte a todas estas empresas é composto de quantas pessoas?


JOÃO PAULO DUARTE: Atendemos, trouxemos e ajudamos a implantar indústrias de bens intermediários e de bens finais, de diversos polos como polos de duas rodas, polos de plásticos, polos de vidros, dentre outros seguimentos. A CONSAG possui ao todo 35 profissionais distribuídos nas áreas contábil, fiscal, departamento pessoal e parafiscal. Atendemos essas indústrias não só internamente, mas também temos profissionais alocados “full time” dentro das indústrias. Nossa preocupação não é só captação de clientes, mas também nos preocupamos em prestar toda consultoria necessária para que a empresa continue ativa, buscando soluções e mostrando os melhores caminhos e práticas para mantê-la e de forma competitiva no mercado.


 

A Zona Franca de Manaus (ZFM) frequentemente sofre ajustes em sua legislação, fora os ataques que recebe de outras regiões do país. Isso exige uma agilidade da CONSAG para atender aos clientes que os procuram?


JOÃO PAULO DUARTE: Com toda certeza. Do ponto de vista de legislação, nós costumamos dizer que a Zona Franca de Manaus é um outro país fiscal. Então, ZFM não é um local para amadores, as pessoas vêm para cá buscando profissionais que saibam atuar com o MODELO e que tenham experiência, pois é um outro universo. E é o que a CONSAG sabe fazer de melhor.



 

Quais são os principais erros que as empresas cometem ao tentar entrar no Polo Industrial de Manaus (PIM) e gozar dos incentivos fiscais?


JOÃO PAULO DUARTE: Costumamos dizer que Zona Franca não é terra para aventureiros. As empresas que aqui chegam têm que ter a ideia de que serão implantadas em uma zona de exceção fiscal e que terão um tempo de maturação como qualquer negócio. Muitas vezes as empresas quando vem para Manaus chegam com a ideia que aqui é como se fosse o restante do Brasil, do ponto de vista fiscal, e aí realmente a coisa parte para uma direção muito diferente do que realmente é, o caminho é outro, somos uma Zona Franca, com outra legislação.


Então, o primeiro erro que as empresas cometem é chegar aqui e procurar pessoas inabilitadas, pessoas que não tem a expertise para tocar um processo como esse. Hoje como em todo o mundo, a grande parte dos processos são eletrônicos, então precisa realmente entender e fazer a coisa acontecer sem a necessidade de estar correndo nos órgãos, falando com um, pedindo favor de outro. Você tem que entender a legislação e fazer valer. É preciso entender como funciona a questão de alfândega, como funciona a questão dos portos, como funciona a questão da entrada de material na ZFM. Não é simplesmente o navio atracar, tirar do porto ou tirar da fábrica. Tem todo um processo, um controle aduaneiro diferente. Então as empresas precisam se adaptar, se adequar e ajustar o processo.


 

Quais são as expertises que uma empresa como a CONSAG precisa ter para oferecer o melhor serviço neste mercado?


JOÃO PAULO DUARTE: Com toda certeza, uma empresa para poder estar apta a prestar esse tipo de assessoria e consultoria têm que ter uma equipe treinada. Não adianta ter um contador muito bom, tem um diretor muito bom, se não tiver um time muito bom, uma equipe coesa e treinada. Em nosso escritório todos são bacharéis, com exceção dos estagiários, todos possuem registro junto ao Conselho Regional de Contabilidade, a grande maioria do nosso time tem pós-graduação, pois a CONSAG tem um programa interno de educação. Desde quando começamos a empresa que incentivamos a educação dos colaboradores, pagando uma boa parte da faculdade e da pós-graduação dos funcionários. Temos uma equipe treinada e atualizada para atender a complexa legislação da ZFM.

35 visualizações0 comentário